Sabe aquele dia leve, apesar de todo o trabalho, e você imagina que tudo começa a entrar nos lugares, as coisas se acalmarem... aí em 5 segundos tudo desmorona novamente... pois é, esse foi meu dia.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
Coisas e pessoas
Com frequência eu prefiro coisas a pessoas. Apesar de parecer desumano e sem sentido esta afirmação, tenho certeza que após ler meus argumentos, poderá ao menos entender os meus motivos de algumas vezes preferir coisas a pessoas.
Como toda história triste (sim, é triste trocar pessoas por coisas) acho que esta situação começou em minha infância. Filho único, lidava a maior parte do tempo com adultos. Frios e distantes, estes adultos aos olhos de uma criança inocente, assemelhavam a robôs, objetos mesmos, e o que me faziam companhia eram coisas. Eram meus poucos brinquedos, que eu cuidava com muito zelo, meu travesseiro e coberta com quem conversava ou o lençol com um cachorrinho chamado Banzé que eu brincava antes de dormir.
Estas coisas eram substitutos das pessoas, e desde aquela época até hoje eu aprendi a cuidar muito bem das coisas. Além do sentimento de apego, nunca tinha dinheiro sobrando para comprar outras.... o carrinho que eu mais gostei deveria ter custado uns 5 reais....
Então, me desenvolvi neste universo, cercado por algumas coisas, mas carente de pessoas.
Ao chegar na adolescência e início da fase adulta a aceitação pelas pessoas passa a pesar massivamente, se na infância estar em casa assistindo desenho já era suficiente, agora a necessidade de interação pesava conscientemente. Assim, além de ter algumas coisas, era necessário conquistar pessoas. Amigos, grupos, amores, influências, era necessário adquirir pessoas e estas, as mais importantes, não tinham preço.
Chegamos no hoje, plena fase adulta, acredito que nos meus melhores anos, carreira, inteligência, disposição, amigos, família, oportunidades... não o mais perfeito, mas bem acima da média.
Só que para alguns objetivos não servem de nada. Explico e exemplifico.
Nestes últimos tempos eu estabeleci várias metas. Destas destaco duas, uma coisa e uma pessoa. A coisa era um objeto que atenderia minhas necessidades, não era o melhor, o mais novo ou o mais caro, mas aos meus olhos era perfeito. Assim, bastava trabalhar objetivamente, conquistar certa quantia em dinheiro e adquirir aquele objeto. Simples e felizmente eu consegui. Pode ter custado caro, mas tinha um preço, bastava pagar e ele seria meu. Ela não ligaria seu eu não fosse do jeito assim ou daquele outro, de qualquer modo eu o conquistava.
Com pessoas não funcionam assim. Para conquistar pessoas (pessoas que valem a pena) não basta ter, ser ou fazer, se elas não quiserem, nada feito. Você pode se esforçar, ser o melhor homem que pode, trabalhar incansavelmente, ter várias coisas, ganhar todo dinheiro possível e mesmo assim as pessoas vão te dizer não. Não vai ter, conquistar, manter, ficar, simplesmente pq aquela pessoa não quer, e não quer por qualquer motivo, ou até sem motivo nenhum.
Coisas têm preço, pessoas não.
Assim, com tantas desilusões, a gnt vai preferindo ter coisas, não pessoas. Machuca menos.
Desculpem o péssimo texto, eu não consegui escrever da forma que está na minha cabeça.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Travesseiro
Se existem postagens frequentes, provavelmente algo é permanente. Nesse caso eu diria ser a dor. Não uma dor de amor, pois este não dói. E a dor de ver as ilusões que construiu se desmanchando, isso dói...
Se o dia já não é dos melhores, a noite tende a ser bem mais cruel. Quase todos seus pensamentos estão ali no travesseiro te esperando. Ali onde estão os melhores sonhos é residência dos piores pesadelos também. E frágil, não há nada que se possa fazer a não ser sucumbir a estes.
O que eu sinto, provavelmente ninguém vai entender, mesmo que tente e que queiram. Engraçado é gostar de alguém, você é egoísta ao ponto de querer o outro só pra você é generoso ao ponto de dar o mundo inteiro a pessoa amada.
Se nada faz sentido, por que sentir tanto? Era só desligar, despreocupar, era para ser mais fácil.
E antes de terminar... não... melhor não dizer mais nada...
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Escrevo com o coração
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Ironia
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Público e privado
Pode ser contraditório, mas era verdade para mim. Eu escrevia neste blog, publicava para o mundo coisas que eu não tinha coragem de admitir nem para alguns amigos. Aí fico sabendo que este espaço está sendo visitado por visitas ilustres. Resolvi escrever para ela.
Primeiro que eu já queria escrever algo antes, bem profundo e poético, cheio de metáforas que poucos entenderiam, você entenderia. Este post ainda irei escrever, ainda não estou preparado para isso.
Bem, como são complicadas as relações humanas, pessoas não são iguais, gostos não são os mesmos, vontades diferentes... ainda tem um monte de gente que acha que deve interferir em qualquer relacionamento alheio, problemas familiares, financeiros, fantasmas do passado, coisas mal resolvidas... hum, é tanta dificuldade que assumir que ama tem se tornado desencorajador.
Um dia eu tomei uma decisão, ou eu lutava pelo meu relacionamento ou desistia dele. Lutei. Luto ainda?
É estranho pensar assim, mas para mim começou a fazer todo sentido a frase: "Enfrentaria o mundo com uma mão se você estivesse pegada na outra." E assim foi. E olha, que problemas não faltaram. Parece que fomos testados até o limite, aquele limite que dizíamos que nunca iria chegar ou aceitar. Era castigo. Tínhamos que engolir seco, aguentar o tranco e seguir em frente.
Mas um dia algo mudou. Talvez por cansaço, ou quem sabe a desesperança em um futuro que fosse melhor. Não era falta de brilho nos olhos ou de um coração. Tenho certeza que o tenho, ele tá aqui em pedacinhos.
Pois é, apesar de tantos pesares, tantos términos, tantas noites que brigavamos, no outro dia tudo estava tão bem. Era pq sabia que ela estava lá, me esperando, e ela sabia que eu estava aqui, por ela.
Mas mudou, e eu achei que fosse morrer. Depois eu preferia morrer que viver assim. Não, nada acontecia. Eu passava as noites em claro olhando para o teto e esperando ele cair na minha cabeça e me tirar desta agonia.
Vivi. Sobrevivi. Chorei a cada vez que alguém perguntou de vc. Não, eu não tinha nem forças para falar.
Mas com tudo que não mata, fortalece, eu estou aqui. Não que eu esteja bem, nem acho que ficarei. Mas ao menos eu já consigo segurar as lágrimas. Minha cabeça consegue pensar outras coisas. Consigo falar de outros assuntos. Preste atenção, não é de outras pessoas.
Bem, meus dedos doem, e se eu continuar vou escrever coisas que eu não quero. Eu ainda não sei o que será de mim. Acho que nem vc.
Um conselho, faça e passe em um concurso. Tem do inss em andamento. Faça todos que puder.
E eu? Bem, eu estou levantando todos os dias pela manhã e sendo o melhor homem que posso.
Fique com Deus!
[~]
sábado, 10 de agosto de 2013
Quanto tempo dura um mês?
A bem da verdade, não é exatamente um mês. Nem sei bem quanto tempo, mas sei exatamente o dia que começou. Começou no primeiro dia do mês do meu nascimento.
Cada dia após este dia teve uma duração. Alguns, leves como plumas ao vento, foram breves. Outros, tão bons que cheiravam a felicidades, foram eternizados. Existiram aqueles pesados, que se o mundo acabasse, não iria reclamar. Foram muitos dias...
É certo que se alguns dos meus amigos lessem este blog saberiam dos motivos que falo tudo isso. Ainda bem que não lêem.
Apesar de tantos revezes no trabalho, na família, no convívio social, só uma coisa importava nestes dias... Importava? Importa! É importante! Eu me importo!
Aqui que queria chegar, será que ainda me sinto assim? A paixão deixa o homem cego, bobo, ele perde sua dignidade, se arrasta, se humilha, passa a acreditar que tudo que for impossível dará certo, passa a ver tudo como motivo para falar, citar, pensar, planejar aquela idealizada... exatamente idealizada, afinal ela não tem defeitos pra vc, se alguém os diz, c os transforma em qualidades, diz que prefere assim...
E quando vc passa a perceber isso? Acabou? Vai acabar? O que está acontecendo?
Talvez a distância, a impossibilidade de encontrar, o medo, uma fase desta fase... mais uma desculpa para essa paixão...
Eu não sei o que sinto!
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sem poesia!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
12 de Julho
São 22:40, de 12 de julho. Amanhã é meu aniversário. Serão 30 anos. E eu deveria estar pensando em muita coisa.
Deveria... mas não estou. Bem, estou, mas não como era se se esperar! Eu gosto de tanta coisa, faço a maioria das coisas que quero (neste momento planejo um curso de piloto de avião), aproveito cada momento que posso, vivo as peças quemeu coração me prega, respiro como se fosse a última vez e ainda faço planos.
Basicamente posso dizer que vivo mesmo a poucos anos... Até os 11 ou 12 eu era um tonto, nem lembro direito de nada. Daí até os 18, um adolescente pobre, feio e que morava longe. Depois dos 18, lá pelos 22, é que comecei a fazer a diferença, é o que posso chamar de vida!
É um pouco estranho pensar que já tenho essa idade. Não imagino nem sinto assim. Realmente penso nuns 25 ou 26. Até mesmo meus amigos não acreditam. Mesmo porquê eles tem mais ou menos essas idades e nós temos muitas afinidades.
Sabe o que é melhor, eu sei que ainda tenho a oportunidade de fazer tantas coisas, mudar o mundo, fazer pessoas felizes, ver tantos lugares, aproveitar muitas noites... é como se ainda tivesse 20.
Idade não é data de nascimento, é a que vc sente. Hoje estou bem certo disso.
Parabéns pra mim e muitos anos de vida!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Minha incompletude
Horrível sentir-se assim. Imaginar um conto, firmar um ponto, e por fim, nada restar a não ser lamentar, procurando explicar o inexplicável, acalentar a dor e sentir este vazio.
Ninguém me obrigou a me iludir, sonhar que seria fácil ou teria um final feliz (já seria o final?). Sem exceções, avisaram, questionaram, diziam para tomar cuidado. Seria assim: atire-se do penhasco, mas tome cuidado para não se machucar.
Realmente quem ouve? Eu queria me atirar, eu quero, descontroladamente, infinitamente... Mas como todos, tenho fé que não cairei ao chão. Qual o tamanho da minha fé?
Se tem algo que eu lembre de limites é que em divisões, quanto mais próximo de zero, mais próximo do infinito. Então, quando ouço que as minhas chances são praticamente zero, tenha certeza, se eu quero, vou acreditar infinitamente!!!
"E se é pra morrer, que eu morra de amores!"
domingo, 7 de julho de 2013
Ontem
sábado, 6 de julho de 2013
E as horas passam mais lentas que os dias
"Você está ali arrasado, olhando para o teto para ver se ele faz o favor de desabar."
Não, ainda que utilizassem todas as palavras de todos os idiomas, não seria suficiente para descrever o sentimento....
:(
E ainda que devesse lamentar...
...eu prefiro sorrir! Não que eu esteja feliz ou queria que fosse assim. Não, tudo deveria ser mais fácil, do jeito que queremos, quando precisamos.
Que desafio seria o Everest se fosse só mais uma colina como as milhares de outras. Colombo não seria ninguém se estivesse contente em navegar só em águas costeiras.
E eu decidi subir o mais alto dos montes, que eu não sei o tamanho ou os desafios do caminho. E eles são cruéis, já lhe avisam que nem adianta tentar, não é pra vc.
Sobre os ombros trago pesos, pessoas, sentimentos, nada que facilite. Tudo me puxa de volta.
Se vou conseguir? Respondo sinceramente que não sei. Se mesmo assim vou tentar? Tentarei a cada segundo da minha existência! E se não der certo? Já sou um homem recompensado só por saber da sua existência isa!
Mar tranquilo não faz bom marinheiro.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O que fazer!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Inquietude
Sempre gostaria de escrever aqui todo o tempo, como se fosse uma forma de guardar tudo que sinto e vivo. Quase sempre não é possível.
Estes últimos dias tenho mantido meu coração inquieto, minha mente ocupada, pensado em tanta coisa que poderia ser e não é que tem sido torturante.
Sabe quando sem querer vc quer algo, alguém, e nem sabe dizer direito como começou, só sabe que não existe como voltar. Começa a ficar até chato(para meus amigos) pois só quero(preciso) falar nisso. Geralmente os outros todos problemas começam a parecer insignificantes, passo a superar tudo.
Eu sou meio bobo, e nestas horas, fico completamente bobo, meio sem jeito, quase sem palavras, desastrado... não que eu queira ser assim, é medo de machucar alguém que passa a lhe dar motivos para fazer seu melhor cada dia.
Impressionaria se amanhã Deus ouvisse razões amorosas. Basta abraçar lentamente, especialmente, sendo tua razão apaixonante!
sábado, 22 de junho de 2013
Eu fui
Eu fui, eu estava lá, eu ainda estou indignado e quero mudanças!
Foi um dia lindo, onde nós, povo, mostramos que juntos temos a força!
domingo, 16 de junho de 2013
Normal
Hoje eu acordei com vontade de mudar o mundo! Pois é, mas pra mudar o mundo comecei a pensar em mim primeiro. Não se muda nada se não começar por uma mudança pessoal.
Não quero pensar no que eu quero melhorar, quero falar do que quero que permaneça, do que é agradável na vida.
Não pretendo mudar meus amigos, eles são os melhores que alguém poderia ter, são os melhores, eu os compreendo e eles, mais que qualquer pessoa, me entendem. Estão lá, pro que der e vier. Não acredite em pessoas que mudam de melhores amigos todos os meses, melhores amigos são como o amor, leva tempo pra construir.
Meus gostos são bons, ótimos na verdade. Gosto de coisas boas, bem feitas, burocráticas(!), barrocas, mas também tenho uma afeição pela simplicidade e utilidade das formas, tipo um iPod, basicamente gosto de extremos. Palácios da Rússia feudal ou design alemão. Aprecio os ritos e situações litúrgicas. Para vestir, ternos, camisas e sapatos italianos. Relógios suíços. Carros: design europeu, tecnologia japonesa. Um Nissan GTR.
Sentimentos. Pra que mudar? Eu gosto de gostar de pessoas! Curtir aquela paixão avassaladora por uma pessoa que vi por 5 minutos. Detestar outras sem motivo, apenas por não gostar. Uma explosão de tudo ao mesmo tempo! Eu prefiro assim. Amo toda minha família. Se eu aprecio alguém faço muitas coisas, se simpatizo pela causa também. Ajudo até que não conheço, desde que seja por uma causa nobre. Nobreza de caráter, isso me cativa.
Sou cativado pela beleza e inteligência. Quem não é? Mas como tem muitas coisas que eu detesto, fica complicado. Certos momentos tudo que eu não queria é tudo que eu mais quero, um tapa na minha cara.
Minhas ideias sobre política são boas, boas pra mim. Acredito na democracia, não existe ainda nada melhor. Religião? Acredite no que lhe faz bem! Preconceito, pra que? Se eu tivesse teria perdido tanta coisa. Prefiro não ter medo. Medo impede pessoas de fazer coisas grandiosas!
Gosto MUITO de viajar, de ler, aprender, lugares novos, comidas novas, culturas diferentes. Não gosto de coisas alienantes, generalizações, pessoas rasas.
Vai ser difícil mudar, será que é necessário?
Complicado né, pensei em algo pra mudar o mundo, mas escrevendo percebi que é mais difícil mudar algo em mim.
Acho que tenho que pensar mais nisso.




