quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mais ou menos verdade

Não é original, mas é mais ou menos verdade.

Garotas populares!


Garotos populares!


Eu e meus amigos!


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cavaleiro de Jedi




Mr. Catra? Um cara que nunca me agadou. Pois é, esse dias eu disse que odiava música sertaneja. Muitos acharam uma ofensa. Hoje não vou explicar o pq, mas vou dizer que odeio boa parte dos atuais funks.

Letras de apelo sexual, infidelidade e violência gratuita... não obrigado. Hoje eu tenho vergonha de ouvir boa parte dos funks produzidos.

Lembro com saudade de quando descobri o funk, nessa época rolavam estas músicas aí de cima, que falam da favela, criminalidade e exaltam as qualidades dos morros cariocas, um tempo de bons funks, um tempo que o Latino tinha bigodinho.

Mas como tudo muda, hoje são chamados de "Velha Guarda" do funk.

Sim, eu gosto de coisas velhas, but old is cool!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Eu (outra pessoa) e a moda(!)

(Clique na imagem para ampliar)

Tá aí, hoje lendo o jornal O Hoje (página 17) encontrei um reportagem que diz exatamente o que eu penso, mas não sabia como dizer, na verdade nem sei ainda, então vale a pena transcreve-la aqui. Com os devidos créditos ao repórter Júnior Bueno.

"Apesar do interesse do chamado “homem moderno” por moda ter aumentado na última década, o vestuário masculino se resume em camisa+calça+sapato, com algumas (poucas) variações nesse combo, tais como, camiseta em vez de camisa, bermuda no lugar da calça e tênis ou chinelos nos pés. Dia de festa, terno e gravata; dia de jogo, camisa de time. Simples assim. Não é difícil entender porque os homens se confundem entre tantas novidades (e nomes estranhos) que a cada Fashion Week tomam de assalto as vitrines, as capas de revista e, pesadelo dos pesadelos: o armário de suas amadas. Sem contar que os homens não costumam se atrair por peças pouco ortodoxas do vestuário feminino. Então, moças, aí vai uma lista de fashionismos considerados, para usar um termo masculinamente chulo, broxantes:

- Calça saruel – Esse modelo oriental de calça, mais larguinho e com o “cavalo” bem baixo pode ser confortável, mas tem alguns poréns: consegue deixar as magras ainda mais magras e as baixinhas ainda mais baixinhas e pior, tem um aparência de fraldão, deixando as moças desprovidas de bumbum. Embora seja usada por alguns moderninhos, a calça não é muito aprovada pelos rapazes.

- Color Blocking – Na teoria, é quando a garota veste blocos de cor (daí o nome) na parte de cima e de baixo da roupa com cores fortes, que ora se complementam, ora contrastam. Por exemplo, uma blusa vermelha com uma calça amarela. Na prática, segundo eles, é sair de casa parecendo que se vestiu no escuro, com cor demais no visual. Por exemplo, o cantor do Restart ou um dos Power Rangers.

- Nude – Bege nunca foi uma cor muito sexy, sendo relegada às camisolas de avó ou calçolas daquelas que a mulher usa quando não quer muita intimidade com o marido. Mas algum espertinho deve ter visto uma grande sobra de tecido dessa e cor resolveu inventar o nude, que é a cor da pele. Do dia para a noite, o nude virou o novo preto e moças lindas ficaram apagadas num visual inteiro cor de nada. Fica bem em algumas, mas pra não parecer uma morta-viva, coloque cor nos acessórios e/ou maquiagem.

- Flúor – Volta e meia, um estilista tem um surto de (falta de) criatividade, tira do baú alguma moda ridícula, chama essa picaretagem de “releitura”, e tome manga morcego, ombreira e calça baggy pra enfeiar a mulherada. A mais nova “releitura” atende pelo nome de flúor, que já se chamou neon, e é aquela profusão de roupas que brilham no escuro em tons de amarelo-limão e azul celeste. Garotas, ninguém acha bonito nem quer ser visto ao lado de um marca-texto ambulante.

- Vintage – De uns tempos pra cá, garimpar em brechós virou tendência novamente, e de repente óculos, vestidos, sapatos e outros acessórios com uma pegada retrô invadiram o guarda-roupa. Quando dá certo, a menina fica sexy com um look à la pin-up, mas, quando dá errado, é uma mistura de roupa de avó com Chiquinha do Chaves, que, não só não atrai, como também repele.

- Look perua – Mais que a combinação minissaia e decotão, uma reclamação constante dos homens é o jeito mais extravagante de algumas mulheres ao se vestir. É um “tudo ao mesmo tempo agora”: estampa de bicho, com colares imensos, mais maquiagem muito “cheguei” combinada com imensos saltos plataformas. Já ouviram falar que menos é mais? Então...


Claro que a moda deve ser vista como uma brincadeira, uma forma de, com uma troca de roupa, ser outra pessoa sem deixar de ser você. Mas seguir a moda sem informação, sem ter noção do que realmente combina com seu estilo, pode gerar equívoco. Por isso, antes de sair de casa, dê uma boa olhada no espelho e se pergunte “Se eu fosse um cara, eu iria querer sair com essa moça?”. Parece machismo, mas a reposta é reveladora."



Se nada der certo, ouça seu namorado, ele sabe o que está falando.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Terça-feira

Ainda me recuso a falar sobre as decepções da vida... nem sei bem o motivo, mas ainda me recuso. De uma certa forma diria que não quero acreditar nelas, ou que ainda poderiam ser consertadas, mas muitas delas não. Vide o Goiás no fim do ano passado.

Daqui olho para o horizonte, vejo meu futuro logo ali, talvez na próxima esquina ou na próxima manhã, brincado com o acaso, sendo corajoso suficiente para não temer a entrega, não ter medo do que está por vir, querendo somente que todos os momentos valham a pena serem vividos.

Poucos são aqueles que podem dizer que viveram de verdade.

Eu tenho alguns desejos... cuidar de quem eu gosto, mesmo que estes que eu gosto não estejam nem aí pra mim, fazer algumas extravagâncias, daquelas que deixariam as trinta coisas para fazer antes dos trinta uma lista boba, ensinar aos que me cercam (talvez alguns filhos) tudo que existe neste mundo, melhor, mostrar cada coisa para eles, visitar o Irã e o Iraque, tomar sol em uma ilha deserta da Polinésia.

São milhões de coisas... coisas de uma pessoa que as vezes (muitas vezes) "surta".

Afinal, ser diferente é ou não é normal?

P.S.: Hoje não falei nada com coisa nenhuma... mas eram justamente as coisas que passavam em minha mente.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Hitch


Grande semana... daquelas em que a casa quase cai... no fim, sempre no fim, tudo da certo. Bem, um homem pode ter a vida que ele quiser, ele sempre a terá, basta querer. Enquanto alguns me chamam de louco, outros pedem para ir junto.

Seria difícil explicar com palavras, elas são boas, mas muito limitadas para quem, como eu, não é um bom escritor.

Só posso dizer que a vida foi feita para ser vivida e, se tem um frase que combina comigo é esta: "A vida não consiste em quantas vezes você respira, mas sim em quantos momentos te fizeram perder o folego." Coisa do Hitch, o Conselheiro Amoroso.

Vem comigo!

sábado, 16 de julho de 2011

Voltei




"Já acreditei em várias coisas, hoje acredito em mim."

Nas horas mais difíceis tenho este lugar para refugiar e realmente me lembrar de quem sou, de quem nunca deixei de ser.

Esse Alisson aqui:

Alisson
Eu gosto
Eu não gosto
Eu [parte1]
Eu [parte2]
Eu [parte3]

"Com a vida que levo, rezo para não receber o que mereço..."

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Argentina 2


Amanhã é hoje.

Continuando o relato da epopéia aregentina.

Chegamos aos finamentes, estavamos nos deslocando para o ponto de encontro dos torcedores fanáticos pelo Goiás Esporte Clube na cidade de Buenos Aires. Foto aí de cima foi do encontro.

Estavamos lá, todos juntos, gritando e vibrando pelo Goiás. Naquele momento setiamos como se o mundo girasse em torno de nós. Numa cidade estranha, hostilizado pela maioria, eramos heróis, ali eramos heróis.

Concentrados, cantando e vibrando no centro de Buenos Aires, chegaram os policiais, diga-se, nos cercaram o tempo todo. Minutos depois chegam os ônibus que nos transportariam, os mais velhos da cidade, mas tava valendo, ali tudo era festa.

Digamos que o motorista que nos conduzia, sentado em uma cadeira de fios, de vez em quando tomava uns goles de cerveja quente e tentava vender umas camisetas "paralelas".

Viagem longa até Avellaneda, chegando a coisa começou a pegar, passando pela rua, sempre escoltado pela polícia, as pedras voavam em nossa direção. Nós, esmeraldinos destemidos, nunca fraquejávamos e cada vez mais cantavamos o nosso hino, bem alto, provocando a multidão.

MEU DEUS, AQUELE DIA NÓS NOS AGIGANTAMOS!!!

Uma pequena caminhada (inclusive fiz um "elogio" ao Marconi safado, e ele ouviu em alto e bom som) entramos no estádio, depois de uma rigorosa revista, rigorosa mesmo, um estádio mais ou menos, mas naquela hora ainda vazio, nos eramos os donos daquilo lá.



Esaiamos o coro, foi distribuido balões e a letra das músicas que cantariamos naquela noite histórica, tenho certeza que quem viu na televisão nem imagina como estavmos lá, aquele era nosso ambiente. Todos tinham uma esperança, seriamos campeões.

A noite caiu, e com ela chegaram os torcedores rivais, uma multidão que até aquele momento so calou para ver nossa mais bem elaborada coreografia, aquela:

ONDE VC JOGAR
EU VOU DE CORAÇÃO
COM MEU MANTO SAGRADO
CAMISA DO VERDÃO
MAIOR DO CENTRO OESTE
NOSSA TORCIDA E SHOW
CANTANDO E VIBRANDO
PEDINDO MAIS UM GOL
SO VERDÃO SO VERDÃO
SO VERDÃO DE CORAÇÃO
SO VERDÃO SO VERDÃO
SO VERDÃO DE CORAÇÃO

Meus amigos, nem se tivessemos feito um gol a comemoração seria tão emocionada, eramos todos juntos, toda a torcida unida, uma só voz, um só movimento, eramos nós ali juntos, calando a torcida do Independiente.

Aquele é um dos momentos em que vale a pena viver.

Cantamos mais e mais e eu, como tenho dito, nunca deixava a torcida calar, se paravamos eu berrava bem alto: "SAI DO CHÃO! SAI DO CHÃO!" e a galera complementava... ninguém conseguia ficar inerte naquela atmosfera até o jogo começar...

Amanhã eu conto como foi.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Argentina 1

Dia 1

O primeiro dia começou cedo, por volta das 0:30, quando sai de casa com destino ao meu tio Vital e de lá de carro até Brasília, iriamos ver o Verdão jogar a final na Argentina!

Voô Brasília a Guarulhos no horário, 05:05, e chegando em Guarilhos uma constatação, todos os voos lotados para Buenos Aires, os esmeraldinos ocupavam todos os lugares e uma constatação, a Tam vende 10 passagens a mais para cada voô. Ninguém fiscaliza nada.

Por volta das 15:00 finalmente rumo a Buenos Aires, num voô das Aerolíneas Argentinas, chegando às 17 e qualquer coisa, horário local, trocamos um pouco do dinheiro e contratamos um "táxi" para o centro. Só na volta soubemos que não devemos contratar aqueles motoristas que ficam se oferecendo no desembarque.

Trânsito pesado, fomos direto ao hotel do Goiás, e lá meu contato com os ingressos não estava, fomos então procurar outro hotel para ficar. Achamos, preço da corrida, 200 pesos, um roubo.

Hotel arrumado, descobri que eu esqueci uma mochila com passagens, algumas roupas e a máquina fotográfica dentro do "táxi". Sem muito o que fazer,voltamos ao hotel do esmeraldino, desta vez a pé, era próximo, e deparamos com mais torcedores, e nosso contato estava lá.

Tirando um carinha que queria ganhar 100 pesos para comprar cada ingresso, foi sem sobressaltos até descobrimos que o vendedor só aceitava pesos, dava 400, tinhamos 300 e poucos, o jeito foi trocar o dinheiro com um goiano ali mesmo e comprar os benditos ingressos.

Feito, o jeito foi procurar uma casa de câmbio, e pra nossa triteza, na quarta seria feriado. Resultado, as casas de câmbio estvam fechadas já e tivemos que dormir sem jantar pois os restaurantes não aceitam pesos.

Voltando ao hotel, o "taxista" estava lá, com minha mochila e todas as coisas dentro, me entregou mediante uma recompesa de 50 reais. Melhor assim que perder o monte de coisa que tava lá dentro.

Neste dia aprendemos que o espanhol é muito mais difícil que parece.

Dia 2

Começou tarde, ums 10 horas, ninguem é de ferro, saimos do hotel e fomos procurar uma casa de cambio aberta, encotramos uma, bem desfavorável por sinal mas era o que se tinha, brasileiro e goianos nas ruas se viam aos montes, tanto que acertamos um lugar de todos encontrarem, nesta manhã e começo de tarde, andei no metrô, fui na casa rosada e uma volta pelas ruas comerciais.

Almoço no McDonald's e logo estariamos concentrados para a partida.

Amanhã eu continuo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

7 dias


Hoje seria a minha missa de sétimo dia, seria... mas o que não mata nos fortalece. Isso é universal. Na quarta passada começou uma saga que não teve um final feliz, não para nós, valentes esmeraldinos jogados a própria sorte na Argentina.

Vou ser sincero, só estou conseguindo escrever sobre isso agora pois vi o que aconteceu ontem ao Inter, disputando um título 10 vezes mais importante que a Sul Americana sofreu uma derrota 10 vezes pior. Imagino que aquele time deve estar sofrendo. Sou agradecido a eles por 2007.

Então, aquela dor e comum. Só perde quem está na disputa. Daí eu tiro que se tivessemos sido eleiminados pelo Palmeiras a dor seria menor, mas a alegria infinitamente menor.

Quantos esmeraldinos viveram uma vida sem ver o Goiás se agigantar em Avellaneda, perdendo a partida por 3 x 1, calando a torcida do rei das copas, o Goiás, naquele momento, era o melhor time do mundo!

A nossa torcida, que foi transportada em seis ônibus, umas 600 pessoas, fizeram mais barulho que 35 mil, um dia, um lugar, talvez ali, aqueles 600 representavam os antigos 33. Eu estava lá, poderie dizer ao meu filho, ao meu neto, a quem duvidar do que aconteceu, eu estava lá.

Vai ficar para a história que perdemos, mas nós e aqueles jogadores sabemos o motivo de termos perdido, a medalha de segundo colocado desta vez tem valor, ainda que um gosto amargo fique na garganta ao lembrar daqueles dias.

Contarei aqui o que foi passado lá. Até amanhã.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Juca

O Goiás é o Brasil na Copa Sul-Americana, menos para os gremistas, botafoguenses…

…além dos torcedores rivais do próprio estado de Goiás.

Sim, porque os vizinhos têm inveja e Grêmio e Botafogo estão de olho na mesma vaga da Libertadores que o Goiás.

Mas o Esmeraldino recebe o Independiente nesta noite para tentar salvar seu ano.

Cair para a Segundona e se classificar para a Libertadores na mesma temporada pode ser alentador, além de ser inédito.

Sim, porque nunca antes neste país um time ganhou vaga na Libertadores no mesmo ano em que caiu para a Série B, embora outros times da Segunda Divisão, como, por exemplo, recentemente, o Santo André e o Paulista, e, mais atrás, o Criciúma, tenham disputado o torneio continental.

Tomara que o Serra Dourada lote e que o Goiás consiga uma vitória expressiva para poder suportar a pressão em Avellaneda, no jogo de volta, especialidade, aliás, do time verde nesta Copa Sul-Americana.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ingresso



Um dia que, se Deus quiser, será o início da vitória! Meus credores que me perdoem, mas o Goiás é fundamental!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Um dia pra poucos!!!!



"Venha quem vier, nada mais é impossível para o Esmeraldino." Juca Kfouri

Eu já tive alguns sonhos... nada chegou perto do vi e vivi ontem!!! Quem me conhece sabe o quanto eu fico emocionado ao lembrar do jogo da Copa do Brasil de 1999, Santos 3 X 4 Goiás, dois gols de Aloísio e dois de Araújo, foi também o último jogo do Maezono no Goiás.... Ricardo, eu queria que vc estivesse aqui pra te dar um abraço...

Pois então, aquele era o jogo... agora ele tem companhia. O futebol nem de perto lembra o de 99, tinhamos o melhor time de todos os tempos, Julio César, Silvio Criciúma e Álvaro; Borges Neto e Marquinhos, Josué Marabá e Araujo; Aloísio e Fernandão, na reserva o Alex Dias e o Técnico era Hélio dos Deuses.

Aquela foi uma noite histórica 31/03/1999, mas depois o Goiás não seguiu adiante, coisas do futebol...

Para quem não lembra, o Marcus Assunção jogava naquele time do Santos de 1999, ontem ele sentiu novamente a força do Goiás! Isso me deu mais prazer ainda.

Ocorre que ontem não tivemos um bom time... Quem derá tivessemos um time inteiro de Rafaeis Mouras!!!!!!!

Eu não me engano, nosso time é fraco e limitado, mas não tá morto!!! Ganhamos? Sim! Convencemos? Não. Nada é impossível, mas agora se queremos o Goiás Campeão, teremos que jogar mais, muito mais!

Agradeço as dedos do Harlei que tocaram na bola na primeira oportinidade de gol do Palmeiras, aquela que foi na trave, e também resvalaram na bola no gol palmeirense...

Eu estava assistindo o jogo pela Band, o motivo é que aquela partida de 1999 tinha passado somente na Band, narração do Silvio Luíz, e eu acreditava que a história poderia se repetir... não queria que nada saísse errado.

Depois do primeiro gol o Edmundo chegou a falar em goleda do Palmeiras e o Luciano do Valle que o Palmeiras já estava na final... o resto da história vcs já conhecem...

Goiás empata num lance de sorte, depois de uma cobrança de falta no travessão e bola levantada na área pelo Marcão e no fim, bela jogada de Marcão, desmarcando e indo a linha de fundo, levantando no segundo pau para Rafael Moura que entrega a bola para Ernando por fim ao jogo...

Goiás na final e nóas vamos empapuçar o Serra Dourada!!!!!

Foi uma noite gloriosa... contudo não foi a coisa mais importante do dia... comigo a treta é mais embaixo.

Saudações esmeraldinas!!!!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Eu gosto de Funk




Estes dias conheci uma cara que chama richard, ai lembrei dessa dupla aí, tem muito tempo que gostaria de colocar no blog, mas fugiam da memória, hoje eu lembrei. Isso sim é funk e eu gosto. Então, para ver como as aparências enganam, vejam primeiro e depois tirem conclusões, é assim a vida, na maioria das vezes as aparências enganam...

Então... está aquela saudade no ar de coisas que já foram boas um dia, são lembranças de uma criança de uma lugar simples que cresceu assistindo tv e descobrindo as boas coisas da vida, cercado de amigos e sempre sendo amigo de todos... nunca muito amigo não, um pouco superficial, mantinha uma certa distância e vivia bem... eu era uma Suíça. Eu ainda sou uma Suíça!

Que bom que o tempo passa... este fim de mês esta me matando. O tempo é relativo para todos.

Eu fiz este blog para falar dos pequenos milagres do dia-a-dia, agora terei a possibilidade de fazer grandes milagres na vida de muitas pessoas, umas 20 pelo menos. O dinheiro ajuda na felicidade sim.

Eu queria muito já detalhar os milagres, mas só um milagre para eu sobreviver até lá.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Old is Cool! [2]

Então... aquelas lembranças só despertam mais lembranças... e eu lembro muito dos gostos da infância, um gosto doce e bom... sem preoculpação se tal e tal coisa fazia mal ou não... acha tudo bom!

São sabores que permearam a vida de muitas das pessoas que lêem este blog, eu sei, espero recordem comigo....

- Skiny



Para começar, um clássico, Skiny, este foi o salgadinho mais saboreado! Só vendia este na escola. Mas eu gostava, gosto até hoje, já encontrei em algumas lanchonetes de beira de estrada, mas ainda permanece vivo na memória o quanto eu gostava do "salzinho" que ficava no fundo do pacote.
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- Pipoca doce no saquinho vermelho



Essa eu não lembro o nome, mas era uma pipoca doce, muito doce, que vinha em pequenho sacos vermelhos. Foi o segundo "salgadinho" que mais comi e era ótimo quando no meio do pacote encontrava uma pipoca que estava bem carregada de açucar!!!! A vantagem era que era bem baratinha, acho que custava uns 25 centavos.
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- Pirulito do Zorro e Guarda-chuva de chocolate


Não existiu criança no meu tempo que não conhecesse estes dois... geralmente ficavam no caixa do mercado ou da padaria e sempre quando era hora de pagar era também hora de pedir para a mãe comprar um destes. Eu preferia o guarda-chuva.
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- Ploc e Mini Chicletes


Outra dupla que ficava nos caixas. Os Mini Chicletes são mais antigos, e nem eram tão bons assim, mas aquela magia de toda hora renovar o gosto do chiclete dava uma sensação boa. Já com o Ploc minha reação era outra, eu sempre partia e comia um pedaço de cada vez, ele também não era meu favotiro não.
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- Ping Pong



Este era o que eu mais gostava. Acontecia assim: Eu e minha mãe iamos ao Supermecado Rodrigues, no Setor Rodoviário, na hora que cchegava no caixa eu pedia uma chiclete, Ping Pong, ela comprava mas só se eu prometesse que quando chegasse em casa eu jogaria fora pq, segundo ela, "chiclete estraga os dentes e também já tinha acabado o doce". O pior é que eu jogava fora quando chegava em casa, nem para contestar, dizer que já que tinha acabado o doce não faria mal ou que era eu que estava mascando, só eu poderia saber a hora que acabava o doce. Não fazia nada disso, só jogava o chiclete por cima do muro....
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- Mirabel


Este eu não sei se todos conhecem, mas eu gostava, eram os Wafers Mirabel. Eram bem pequenos, mas satisfaziam uma pequena criança. Acho que foram os primeiros wafers que eu comi em minha vida. Ah... os de hoje são bem melhores!
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- Ki-Suco



Acho que vendem até hoje. Este era um prazer para as crianças, era fácil de fazer e bom de tomar. Um tempo depois acho que o turbinaram e els fazia 2 litros de suco com aquele envelopinho pequenininho. Era um gosto medonho... mas ótimo para fazer laranjinhas (geladinho ou sacolé), eu sabia fazer as laranginhas e depois disso passei a ter gripes freqüentes...
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- Chocolate Surpresa



Era um chocolate top daquela época! Eu não comprava muito, afinal, tive uma infância pobre de dinheiro, mas de vez em quando minha mãe comprava um pra mim, e ainda vinham com uns cartões com animais e dinossauros... o problema deste e dos outros chocolates da época era que só de olhar já derretiam e viravam uma lambreca...
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- Suspiros



Eu gostava da rotina, só pode. Este eu comprava quando ia cortar o cabelo. No mesmo Salão do Hélio, todos os meses, na Lua nova, o mesmo corte, depois da escola. Tinha no meio do caminho uma venda com estes suspiros, mas eram mais coloridos e com uns confeitos por cima, e ainda tinha um micro balão que vinha pregado nele. O balão não servia pra nada, o suspiro era enjoativo... sabe eu adorava isso!!!!!!
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- Pirulito de chupeta



Minha tia Mariza sempre tramita nestas lembranças, e esta é a contribuição dela, me dar pirulitos de chupeta. Eram uns pirulitos de pura açucar, duros e que eu não dava conta de acabar... e ates de desistir do primeiro ela já estava me dando outros... eu, muito educadinho, pegava, mas ficavam lá na geladeira... ainda bem que estes sumiram.
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- 7 UP


Este nem era tão bom, mas foi assim que aconteceu: Minha escola só vendia Pepsi, e sempre lançavam lá as novidades, um dia chegaram com um refrigerante novo, mas não disseram o nome, a tia do bar não tinha idéia de como chamar aquela garrafa verde, sim era de garrafa, até que alguém disse que chamava ZUP. Todo mundo passou a chamar ele de ZUP, ninguém questionava, pq até parece mesmo, contudo, um dia aquele sonho acabou, passou na propaganda que ele chamava 7 Up (Seven Up), descobrimos ali que não eramos tão espertos assim!




Depois conto mais, tem tanta coisa que eu não posso deixar passar...

Bjos...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Old is Cool!

Houveram dias de agonia, muitos, nestes eu não tinha tempo ou não tinha o que escrever, mas segundo fontes seguras, estes dias estão passando. Então, um das coisas sobre as quais eu sempre queria escrever era sobre a infância.

Contudo eu não me lembro muito dela, ou pq não tive, algo que eu acredito, ou pq não saí dela, algo que algumas pessoas acreditam.

As minhas lembraças são de coisas dos meus 8 ou 9 anos para frente, coisas muito legais, que formaram o cara que sou hoje. Estas lembranças são minhas, coisas muito particulares, umas eu tive, outras não, mas eram minhas preocupações (como o tempo faz milagres) e cercavam meu dia-a-dia.

Talvez vc lembre de alguma coisa também....

- Foto para a Revista Pais & Filhos


Este não sou eu!!!!

Provavelmente esta é uma lembrança de muitos, a foto na capa da Revista Pais & Filhos. Acontecia assim, chegava um pessoal na escola, tirava foto de todos os alunos com uma roupas esquisitas e depois mandavam para vc levar para casa e comprar. Eu tenho uma foto desta, em algum lugar da minha casa, um dia acho. Sei que eu fiquei ridículo, com cabelo grande e bem feinho, mas minha mãe comprou mesmo assim, afinal, no colégio particular, todo mundo comprava, se não, era pobre... Sei lá, ainda bem que não cresci assim... mas esta foto é algo que muita gente gostaria de lembrar (eu queria ver de umas pessoas aí) ou esquecer....
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- Fita K7


As boas crianças e adolecentes de hoje não conheceram, mas os mais antigos vão logo lembrar da fitas k7. Eu tinha um monte delas, de piadas, músicas sertanejas, músicas internacionais e, as mais legais, as que eu gravava! poderia ser qualquer coisa, eu gravava, musicas do rádio, eu cantando, pessoas falando, eu sempre tinha uma fita virgem para gravar, ou comprava na feira algumas (digamos que este post não é 100% legal), tinha umas que vinha no livro de inglês que eu nunca ouvia, descobri como fazia para gravar nela e guardava mais músicas. Estas, algumas ainda tenho, mas a grande maioria acabou perdida. Fita K7, nunca vão inventar algo tão simples e tão bom. Dava para rebobinar com uma caneta Bic, parece que a caneta foi feita para isso!
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- Walkman amarelo



Esse nem todos tem lembrança, o walkman amarelo. Desse eu tive um! Presente da minha tia Mariza. Digamos que não era um deste exatamente, era um "genérico". Então, aquelas fitas tinham que ser ouvidas em um lugar né. Eu adorava ouvir todas as noites, depois de um tempo eu fiz umas melhorias, coloquei uma antena, depois instalei ele na minha bicicleta (vou falar ainda sobre isso), foi um bom walkman, descobri muitas coisa sobre o rádio com ele (um dia conto sobre minha estação de rádio), pena ele não ter sobrevivido as minhas melhorias.
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- Super Nintendo


Esse já é mais recente, pior é que eu nem tinha um, jogava com a tábatta na casa dela, era assim, nós jogavamos pela manhã, Super Mario ou Street Fighter, aí iamos almoçar na minha vó, a tarde jogavamos tudo de novo, principalmente pq este cartucho do Super Mario não era original e não ficava salvo o jogo. Era só não desligar o console, eu sei, mas só pensei nisto agora. Depois que eu tive o meu consegui virar o Super Mario. Lembro ainda quando tinha que ficar soprando os cartuchos para que "pegassem", eram outros tempos....
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- Chinelos Rider


Falando em tábatta, tem uma coisa que ela usou muito mais que eu, os chinelos rider. Eu os tive, mas não usava muito pq ficavam horrorosos no meu pé que era baixo e comprido. Enfim, não tinha criança ou adulto que não tinha os chinelos que "davam ferias para seus pés". Na verdade, acho que não tenho tanta saudade assim deste chinelos não, já tomei umas chineladas da minha mãe...
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- Estojo de dois andares




Esse era um clássico dos materiais escolares! Quem tinha um estojo de dois andares era o cara, todo mundo queria ver e fazia o maior sucesso. Eutive um, azul, era dos Transformers, cheio de um monte de coisa, umas lapiseiras (produto de descaminho), uma lupa, régua, transferidor, lugar para apontador, a maioria não usava mas estava lá. Este estojo não combinava com outro clássico, as caixas de lápis de 36 cores, mas isso é outra história. Pois bem, depois deste estojo vieram as bolsinhas... é... eu já tivi uma bolsinha... mas passou rápido... veio a moda de usar aquele protetor para a frente do som, até que eu tornei o top, usar um estojo que vinha com o relógio Yankee Street, eu gostava do estojo, do relógio mais ainda... naquele tempo era as coisas mais legais que se podia ter.

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- Carrinho de levar mochila



Acontecia o seguinte, a um tempo atrás não vinham nas mochilas os carrinhos para serem levadas como hoje, vc comprava separado. Eu sempre tinha uma pasta ou mochila legal (uma do rambo e uma amarelo marca texto foram as mais marcantes), mas nunca tive um carrinho daqueles, eu só passava vontade. Minha mãe acreditava que aqueles carrinhos deixavam a coluna torta... ela não estava muito errada, mas mesmo assim eu queria ter uma... não tive... mas este trauma eu já superei.
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- Álbum de figurinhas



Primeiro que não eram quaisquer figurinhas, era do Campeonato Brasileiro e segundo eu gostava muito delas. Eu sempre bati figurinhas, ganhava perdia, mas sempre tinha figurinhas de alguma coisa, até que eu conhecia as de futebol.... juntava todo meu dinheiro para compra-las, era uma vício, faltou umas 10 para eu completar esse álbum aí de cima, mas eu tinha o jogador mais difícil de sair, o Embu. Não sei o que aconteceu com meu álbum mas foi meu último, tinha outras coisas mais interessantes pra fazer, se é que vc me entende....
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- Copos promocionais


Este dá saudade, tenho um igualzinho. Era assim, vc juntava umas tampinhas, rótulos ou lacres e mais algum dinheiro trocava por alguma coisa. Era iô-iô, bichinhos, umas bugigangas e o que eu mais gostava, copos! Eu sempre tinha, dos trapalhões, com logotipos da Pepsi (que eu uso até hoje), de cantores, do Michael Jackson... mas isso eu gosto até hj, é so ver uma promoção no McDonald's ou Burger King que já vou comprar um copo promocional.
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- Bicicleta com marchas
Aqui vai outra coisa que demorei a ter. Quando as crianças brincavam nas ruas sempre haviam aquela que tinham os melhores briquedos. Eu não era um destes. Quanto a bicicleta, eu tinha uma Caloi, pequena e simples, que ainda tinha até rodinhas, e demorei a ter outra. e eu sempre queria ter uma com marchas. Eu nem sabia direito como funcionavam, mas eu queria ter. Acontece que so fui possuir a minha com 15 anos... isso 15 anos... e eu não sabia andar sem rodinhas.... pois é... demorei muito a aprender, mas depois curti muito... coloquei até meu walkman amarelo nela. Essa eu dei de presente para a rosa... afinal eu quase ganhei a bicicleta depois de tirar CNH....
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- Lancheira



Para terminar, algo que eu tenho muitas recordações, minha lancheira. Era dos Tartarugas Ninjas, mas diferente desta aí, tinha garrafa térmica e tudo. Eu adorava pq sempre tinha uma coisa soa para comer. Lembro de uma vez que um colega levou a dele cheia de pipoca e abriu na sala... foi muita treta... outra vez quando eu dei a ideia de misturar todos os sucos e refrigerantes de todos e tomar... foi uma das minhas piores idéias... mas eu sobrevivi....

Estes foram grandes tempos... depois eu quero contar mais... talvez amanhã....

Faça sempre o bem.